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BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos


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O sonho dos Palcos

Exemplo de força de vontade, personagem do quadro 3x4 exibido no SPTV da rede Globo de Televisão.

Tabata Contri, 26 anos, moradora da Vila Maria, São Paulo. Cadeirante, fez teatro em vários lugares, mas em nenhum deu certo por causa da dificuldade na acessibilidade, escadas, calçadas cheia de buracos, degraus no meio da calçada.

Consultora do instituto Paradigma, que luta pela inclusão do deficiente tanto na inclusão, quanto no mercado de trabalho, também faz trabalhos comunitários em  escolas municipais de Santo Andre e palestras.

Participa de ensaios em uma oficina de teatro diferente, onde constituíram um grupo só de cadeirantes. Eles apresentam  um musical  infantil, com todos os personagens de historias infantis, Chapeuzinho vermelho, lobo mau, Vovó, Peter Pan, Sininho, Gigante, Pequeno polegar,etc...

Tudo começou quando ela e uma amiga saíram procurando atores em salas de bate-papos, centros de reabilitações para poder fazer o espetáculo somente com atores cadeirantes. Que aos poucos foi se formando e hoje é um sucesso.

 

Postado por Juliana Sato

 



- Postado por: Kalinka Araneda às 18h56
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Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

Dia 21 de setembro é o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Esse dia foi marcado com uma verdadeira mobilização nacional em defesa da acessibilidade de todos os deficientes do país. O principal objetivo desta campanha é o incentivo à reestruturação do Brasil, com a construção de espaços acessíveis às pessoas com deficiência e a adaptação e melhoria dos já existentes.

 

De fato, a lei que determina que todo lugar público seja de fácil acesso a portadores de necessidades especiais existe. Mas daí a ser cumprida, é outra história. Dá para “contar nos dedos das mãos” bancos, lojas, restaurantes, entre outros, que sigam essa lei.

 

A maior luta, no entanto, é relacionada à educação. Mais uma vez a inacessibilidade das escolas, especialmente públicas, é lembrada. E o resultado disto pode ser verificado na quantidade de deficientes analfabetos (22%). E a quantidade de crianças e jovens com deficiência que repetem de ano chega a ser quatro vezes maior que dos “normais”.

 

Além das manifestações e protestos espalhados pelo país, uma cartilha está sendo distibuída nas escolas para conscientizar a todos das reais necessidades dos deficientes, inclusive eles mesmos. Que cada um faça sua parte...

 

Campanha marca Dia de Luta da Pessoa com Deficiência



- Postado por: Kalinka Araneda às 21h06
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Informática para deficientes visuais

 

 

Acredite, é possível que deficientes visuais desfrutem de qualquer forma de material, inclusive para melhorar e ajudar na educação. Atualmente a tecnologia está muito avançada, e infelizmente para os deficiente, as pesquisas apenas estão engatinhando.

 

A prefeitura de São Caetano do Sul treinou profissionais para a utilização de softwares que possibilita aos deficientes visuais acesso à páginas e independência na utilização de computador, tendo cada vez mais inclusão social.

 

Atualmente pesquisas conseguiram fazer até “palmtops” para cegos, mas o acesso a essa tecnologia é muito restrito. É preciso muita procura e dinheiro para obter essa tecnologia em casa, e vale observar que a maioria da população brasileira não tem condições financeiras para obter essa tecnologia. Nem mesmo “LAN-Houses” possuem esses programas.

 

É necessário maior investimento e atenção à pequenas coisas como essa que faz muita diferença, principalmente num planeta globalizado e moderno como o nosso.

 

 

Sites consultados:

 

Escola de Informática pronta para receber deficientes visuais

 

Programa ajuda cegos a usar computador de mão

 

Estudante cego cria software que usa som para identificar imagens



- Postado por: Victor Ribas às 20h37
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É preciso estar atento

 

A inclusão do aluno deficiente é fundamental. Mas ainda há um problema sério que afeta essa inclusão. Há professores que não sabem identificar sintomas de certos distúrbios, tornando-se assim difícil ajudar o aluno. Um exemplo é o caso da dislexia.

 

A dislexia é um distúrbio de aprendizagem em leitura, escrita e soletração. É o distúrbio de maior incidência nas salas de aula, estando presente entre 5% e 17% da população mundial. E mesmo a dislexia não sendo vista hoje como uma deficiência, a dificuldade em aprendizagem acaba classificando a pessoa como portadora de necessidades especiais.

 

Pelo fato da criança disléxica mostrar desinteresse em leitura, dispersão, dificuldade de coordenação na escrita, entre outras dificuldades, um professor sem conhecimento sobre o assunto acaba a classificando como preguiçosa e não dá o atendimento necessário. O que pode levá-la a querer se isolar e a perder o interesse em estudar.

 

O que as escolas, pais e professores devem fazer é buscar conhecimento sobre o assunto e ficar atentos a qualquer sintoma. Sendo que caso a criança seja portadora devem aceitar as dificuldades que ela possui e ajudá-la, dando o acompanhamento que precisa.

 

Mais informações:

 http://psicologues.com/int/pagina4847.aspx?Saiba+mais+sobre+Dislexia

 

http://www.dislexia.org.br/

 

 

 




- Postado por: Rebeca A. às 19h15
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E os professores?

 

Segundo a lei as escolas de ensino regular devem ter condições de receber alunos portadores de deficiências. Os professores devem corresponder às necessidades dos alunos para que haja a inclusão. Mas o que acontece é que a lei foi praticamente jogada e a adaptação das escolas e dos professores esquecida.

 

Graduadas pela Faculdade Integração Americana, Edna Maria Gomes,40, e Meire aparecida do Nascimento,28, juntaram em seu trabalho de conclusão de curso suas idéias a favor da inclusão social dentro das escolas regulares.

 

“O interesse foi pela dificuldade do professor da sala de aula regular em trabalhar, em ensinar esses alunos com dificuldade visual assim como outras dificuldades também”, afirmou Edna. Para as professoras a inclusão deve começar na conscientização uma real aceitação e diminuição do preconceito.

 

A questão envolvida é muito mais ampla. “A culpa não é nem do governo, não é professor eu acho que isso é algo cultural. A partir do momento que mudar essa cultura, a gente começar a passar uma visão diferenciada”, disse Meire.

 

Elas deixam um recado a todos os professores e futuros professores. “Procurem se especializar. Procurem aprender como incluir um aluno, ou incluir alguém da família, pois às vezes tem dentro da família uma pessoa inclusiva e nem se sabe o que fazer”.

 

Professoras com o trabalho em braile

 

 

Saiba mais:

item III do artigo 59 sobre a capacitação do professores

 

Entre em contato:

Edna Maria Gomes – ednagomespintoff@yahoo.com.br

Meire Aparecida do Nascimento – meirenascimento1@yahoo.com.br



- Postado por: Isabela Boaventura às 21h18
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Iguais nas diferenças, diferentes nas oportunidades.

 

Oportunidade e educação estão sempre relacionados, não só para os deficientes mas também para todas as pessoas. Porem pessoas deficientes tem de superar dificuldades, preconceito e muitas vezes o  descaso. A conscientização de que todos devem ter oportunidades iguais não importando suas diferenças é recente e ainda não é compartilhada por todos.

 

Apesar de recentes projetos e leis criados para qualificar e empregar pessoas portadoras de deficiências, as conseqüências de décadas de exclusão ainda são grandes. Segundo a pesquisa da Secretaria, apenas 29,2% dos portadores de deficiência cursaram ensino fundamental da 5ª à 8ª série e 33,5%, da 1ª à 4ª. O cumprimento de leis como a 8.213, de 1991, que obriga empresas com mais de 100 funcionários a ter de 2 a 5 por cento de suas vagas preenchidas por pessoas com deficiências se dificulta. Como reflexo, dos 24,5 milhões de deficientes no Brasil, somente 9 milhões estão empregados.

 

É justo que os deficientes tenham mais dificuldades impostas devido à falta de qualificação destinada a eles? Afinal não somos todos diferentes? A exclusão não está na deficiência, mas sim na falta de oportunidade. Projetos e leis recentemente criados visando à inclusão de pessoas com deficiência na sociedade devem ser encarados como um avanço na busca por um objetivo ainda distante, o de viver em uma sociedade onde diferenças sejam vistas e respeitadas sem que determinem o acesso de ninguém às oportunidades. Afinal, nossas diferenças que nos tornam humanos e, portanto, iguais.



- Postado por: Leandro Liebentritt às 23h14
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Histórias de superação

 

Que tal mudar as situações “clichês”? Normalmente a história a ser contada é de alguma pessoa que ajuda um deficiente, mas o contrário pode acontecer. Como na história de João Joaquim da Silva, 48, também conhecido como “bigode”, dono de um sebo em Recife há 34 anos é apaixonado por livros, mas não aprendeu ainda a arte da leitura.

 

 A sua história acabou comovendo Maria da Conceição Nunes, 53, psicóloga, psicopedagoga e atualmente faz pós-graduação em educação especial. Esta ensinando João a ler e escrever, porém Maria da Conceição é cega, situação que não a impediu de se disponibilizar como voluntária, conseguir um espaço e computador para ensinar João.

 

Agora todos os dias ele sai mais cedo de sua loja, com os livros embaixo do braço, para ter as aulas que desejou durante toda a sua vida. Maria utiliza letras de plástico para saber o que João esta escrevendo e tudo o que ele escreve é repassado para o computador. Maria acredita que ele já progrediu bastante, mas ele sabe que tem um longo caminho a percorrer.

 

No dia 3 de setembro deste ano, essa história foi contada no programa Domingão do Faustão pela atriz Paola Oliveira (Veja na integra). A divulgação desse fato é um exemplo para todos, pois a deficiência e a dificuldade só existem para quem acredita nelas,você pode não enxergar e ensinar a ler ou ter 48 anos e aprender.

 

 

Veja mais:

 

Um amor cego pelos livros



- Postado por: Maiara Martines às 17h15
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A arte de integrar

 

“Incluir” é uma palavra que não gosto de usar no dia-a-dia e nos meus textos quando falamos dos portadores de deficiência física ou mental, pois apesar de precisarem de cuidados, educação e atenção especiais eles fazem parte de nossa sociedade e não precisam ser incluídos, são “normais” e têem capacidade como todos temos.

 

Com a intenção de integrar e estimular pessoas com deficiência, a APAE de São Paulo em 1991 criou o Festival Nossa Arte que em 1995 deu origem ao Festival Nacional Nossa Arte e desde então se espalhou pelo Brasil inteiro. Esse projeto visa despertar nessas pessoas o gosto pela arte como uma forma de expressão, vontade e superação, com o foco em educa-las e forma-las.

 

 O evento é a maior atividade Apaeana da Semana Nacional do Excepcional que acontece de três em três anos e já foi realizado em todas as regiões do país para promover a integração entre todos os portadores de deficiência. Este ano o VII Festival aconteceu no Parque Beto Carrero World, na cidade de Penha/SC, de 19 a 23 de agosto a organização do evento reuniu mais de 1.000 artistas.

 

A APAE criou um evento assim visando o bem de seus acolhidos, mas com a dimensão dele busca mais que isso, busca mostrar a todos que eles são capazes sim a ponto de derrubar a mascara do preconceito que tapa a visão de muitos brasileiros que os julgam incapazes e insensíveis a arte.

 

Saiba que:  “Os grandes artistas geralmente são assim: diferentes, sensíveis e especiais.”



- Postado por: Ana Carolina de S. Guilherme às 04h46
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