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Equoterapia
é alternativa em tratamento de deficientes A
equoterapia
tem sido uma grande alternativa para os portadores de deficiência que buscam
algo a mais no tratamento.Este método utiliza cavalos dentro de uma abordagem
interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o
desenvolvimento biopisicossocial de
pessoas com deficiência. Atividade
exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o
desenvolvimento da força, flexibilidade, relaxamento,conscientização do próprio
corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora do
equilíbrio. A
maior associação de equoterapia do pais, a ANDE – Brasil responsável por cuidar
e incentivar a pratica em todo o território nacional. No
Brasil , a partir dos anos 80 quando foi criada a ANDE –Brasil (Associação
Nacional de Equoterapia), mais só nos últimos seis anos é que notou-se o
crescimento da modalidade terapeutica No
ABC e nas regiões próximas a equoterapia pode ser praticada no Haras SUCANDI:
Suzano – tel: 4751 4071 CADEE
: São Bernado do campo – tel :4101 6736 Centro
de desenvolvimento e pesquisa em equoterapia raio de sol : São Caetano – tel :
4229 1599
- Postado por: Juliana Sato às 17h50 [ ] [ envie esta mensagem ] Deficiência? Deficiência: sf. 1. Falta,
carência. 2. Insuficiência.
(definição segundo o Dicionário Aurélio) A palavra deficiência remete exatamente a isso:
insuficiência, incapacidade. Em geral, temos a lamentável tendência de acreditar
que pessoas portadoras de deficiência possuem limites que, na maioria das vezes,
as impedirão de realizar coisas que as “normais” executam com
naturalidade. Infelizmente, pessoas
que ainda insistem em acreditar nisso, inclusive os próprios deficientes que não
acreditam em seu potencial, têm muito a perder. O mundo está aí para provar o
contrário: basta prestar atenção nas noticias, neste blog, na casa ao
lado... Um exemplo disso foi a
formatura da primeira turma de cursos profissionalizantes exclusivos para deficientes, oferecidos pelo Sesi e pelo Senai, em parceria
com a Prefeitura/Secretaria Municipal da Educação da cidade de Rio Claro, São
Paulo. Sessenta alunos dos cursos de serigrafia, modelagem e tornearia cerâmica
e entalhe em madeira, subiram ao palco do teatro do Sesi e receberam seus
certificados. Certificados
que certificavam muito mais do que a conclusão do curso: certificavam o êxito de
pessoas que ultrapassaram todas as barreiras e acreditaram Para
você também acreditar: Emoção marca a formatura dos formandos da 1ª turma dos
cursos para deficientes
- Postado por: Kalinka Araneda às 21h14 [ ] [ envie esta mensagem ] A melhora aparece aos poucos A exclusão de deficientes físico e mental atinge um número muito grande. Felizmente esse número se mostra caindo cada vez mais e numa boa progressão. Em escolas normais, pais de deficientes sempre enfrentaram dificuldades para matricular seus filhos em escolas comuns. Em alguns casos até mesmo os diretores da escola não aceitavam o aluno e os pais eram impedidos de efetuar a matrícula. Atualmente o número de casos como esse vêm baixando bastante. Prova disso é que no Censo Escolar de 2006 o número de matrículas na rede de ensino especial caiu 53,5%. Esse número é um alívio para quem se preocupa com os deficientes, pois ajuda a superar preconceitos e contribui na vivência da sociedade. A inclusão de deficientes em escolas comuns é de extrema importância pois ajuda os alunos comuns a lidar com as diferenças e ajuda o deficiente a viver em sociedade e superar os seus limites. A deficiência de escolas especializadas é que limita os alunos à suacondição, sendo que cada estudante tem diferentes limites e a sociedade pode ajudá-los a superar. - Postado por: Victor Ribas às 20h28 [ ] [ envie esta mensagem ] Quando se acredita é
possível Pode parecer difícil ensinar
um cego, um surdo, ou mudo. Mas e quanto a alguém que possui todas essas
deficiências? Provavelmente muitas pessoas achariam impossível fazer qualquer
comunicação. Mas duas mulheres, Anne Sullivan e Helen Keller,
mostraram ser possível vencer essas dificuldades. Helen
Keller nasceu em 27 de junho de 1880 nos EUA, e contraiu uma febre aos 18
meses que a fez ficar cega, surda e muda. Mas aos
seis anos, graças a Anne Sullivan, professora de 20 anos, da Perkins School for
the Blind (Escola para cegos Perkins), aprendeu linguagem de sinais e braile.
Depois, aos dez anos a falar. E em 1904 conseguiu o bacharelado com louvor em
Letras. Helen
também ajudou os deficientes fazendo várias contribuições. Ela teve um filme
feito sobre sua vida e, além disso,
recebeu o Prêmio Humanitário Lions, entre muitos outros prêmios e homenagens por
tudo o que fez. Morreu aos 87
anos, em 1968, mas nunca foi esquecida por causa de toda persistência e força de
vontade que teve. Sua história serve de exemplo tanto para os deficientes
tentarem superar suas barreiras quanto para as pessoas os ajudarem. E como ela
mesma disse: “Não há barreiras que o ser humano não possa
transpor”. Mais
informações: Frase
de Helen Keller extraída de: http://www.ibc.gov.br/?itemid=98
- Postado por: Rebeca A. às 13h36 [ ] [ envie esta mensagem ] A verdadeira inclusão Quando pensamos em projetos para pessoas portadoras de deficiência logo nos vem à cabeça projetos que envolvam as dificuldades que elas sozinhas não superam. Se ele não possui movimentos na parte inferior do corpo e se locomove por meio de cadeira de rodas pensamos em fazê-lo praticar esportes, se não possui os braços os ensinamos a pintar telas segurando pinceis pela boca. Claro que tudo isso sempre foi e sempre será um caminho para a socialização destas pessoas. Mas também devemos nos lembrar que nós possuímos tantas dificuldades quanto elas e devemos superá-las. Se os cegos, surdos, mudos entre tantos outros não nos entende a falha não é deles e sim nossa. São poucas as pessoas que tem acesso ao aprendizado de Libras (Língua Brasileira de Sinais) ou a escrita em Braile. Mesmo havendo diversos locais onde se pode aprender este tipo de comunicação pouco se faz para expandir a necessidade deste aprendizado. Faculdades como a Universidade Metodista de São Paulo oferecem matérias como estas como optativas, mas de nada vale sendo que muitos nem ao mesmo sabem qual o verdadeiro sentido. Também existem cursos de graduação em letras/libras. Mas a falta de divulgação faz com que atitudes elementares como estas sejam esquecidas ou nem mesmo conhecidas. - Postado por: Isabela Boaventura às 21h13 [ ] [ envie esta mensagem ] Salas de recurso: a verdadeira inclusão Existem diversos tipos de deficiências, portanto é necessário desenvolver tratamento especializado para cada uma delas. Para se adaptar às dificuldades de alunos com necessidades especiais sem excluí-los do cotidiano de salas de aula normais são usadas salas de recursos. Nessas salas, alunos inclusos em salas comuns recebem o apoio adequado de acordo com suas deficiências e dificuldades apontadas no processo de ensino em horários diversos aos das aulas normais. Devido às diversidades de deficiências, as salas podem ser equipadas com diversos recursos que colaboram com o educando de acordo com suas necessidades. Apenas quando as necessidades do aluno não podem ser adaptadas às salas de aula comuns são usadas classes especiais, onde o aluno conta com professores especializados em educação especial apoiados por profissionais da saúde e mobiliário e materiais específicos. O uso de salas de recurso incentiva a inclusão e a superação dos limites de pessoas com necessidades especiais, respeitando suas diferenças e oferecendo recursos para superá-las sem excluí-los Site consultado: .
- Postado por: Leandro Liebentritt às 21h27 [ ] [ envie esta mensagem ] Direito aos olhos de todos Todos sabemos as “N” restrições que os portadores de deficiência física e mental passam todos os dias, ao irem ao banco, ao saírem para caminhar, ao andar no shopping, ao dirigir, ao se comunicar, ao se informar, enfim, essas pessoas sofrem com a dificuldade de se relacionar e de se expressar pela falta de adaptação que lugares e recursos deixam de oferecer. Mas visando essas dificuldades e tentando conscientizar a população o site do jornal Correio de Uberlândia publicou nessa semana uma matéria que conta a iniciativa que a Prefeitura Municipal de Uberlândia, através da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) está desenvolvendo um projeto que junto das empresas reclamadas visa desenvolver nas pessoas um caráter sócio-pedagógico e cultural, tornado acessível a TODOS os direitos do consumidor. Um dos primeiros passos é a adaptação do Código de defesa do consumidor (CDC) para o braile, vários exemplares serão distribuídos pelas bibliotecas da cidade e instituições de deficientes visuais para a comemoração dos 17 anos do CDC. A iniciativa da prefeitura de Uberlândia deveria se espalhar pelo Brasil e pelo mundo inteiro como exemplo de igualdade e respeito. - Postado por: Maiara Martines às 23h55 [ ] [ envie esta mensagem ] O sonho de ser bailarina... A fisioterapeuta e bailarina
Fernanda Bianchini é criadora da ABC ASSOCIAÇÃO DE BALÉ DE CEGOS FERNANDA BIANCHINI. Ela criou
um método pioneiro no mundo que quebrou paradigmas, um exemplo de inclusão
social pela arte. Em 2003 ela perdeu o apoio do
Instituto de Cegos Padre Chico e para continuar com as suas atividades
necessitou da ajuda de pais, amigos e colaboradores. Em nova fase foram
oferecidos além do ballet clássico, curso como sapateado, dança de salão,
capoeira, danças folclóricas, teatro, violão e artes plásticas, todos
gratuitos. Esse trabalho teve um espaço na mídia com a novela América com a atriz Bruna Marquezine que interpretava para a pequena Flor, uma garotinha cega que na novela fez aulas de ballet.A dança é algo mágico e delicado, não deve ser simplesmente executado e sim sentido. Os olhos podem ajudar na localização no espaço, mas são os maiores culpados de nossa distração. Tente fechar os olhos e perceber o que está a sua volta, não é muito mais intenso? O grande espetáculo é a superação. - Postado por: Maiara Martines às 22h02 [ ] [ envie esta mensagem ]
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