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Portugal passará a ter alunos com deficiência nas escolas regulares à partir de 2013 O objetivo do governo de Portugal é adaptar cada dia mais as instalações em escolas do país, o governo pretende no ano de 2013 ter todos os alunos deficientes matriculados nas escolas regulares. O governo estipula cerca de 25 mil alunos com deficiência. Escolas, professores e alunos vão ter 25 centros de recursos de tecnologias da Informação e comunicação, salas especializadas em multidefiencia, salas especializadas para alunos com autismo e cegueira. “Algumas famílias têm a idéia que não é melhor para o filho ir para a escola normal”. Isso dificulta seriamente o trabalho do governo, se não houver cooperação das famílias dos deficientes o trabalho se tornará obsoleto. Mas o governo não desiste do projeto, pois nos últimos meses utiliza todos as técnicas para buscar profissionais nessa área e poder dar continuidade ao projeto. Matéria tirada do site http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=256893&idselect=10&idCanal=10&p=200 - Postado por: Juliana sato às 11h09 [ ] [ envie esta mensagem ] Pelo menos um começo Um estudo mostrou que o Brasil, apesar
de ter poucos recursos, está melhorando a cada dia o tratamento para deficientes
mentais. O Brasil foi apontado como exemplo por ter, nos últimos 10 anos,
diminuído a carga em hospitais psiquiátricos, esses vistos com maus olhos por
instituições e organizações, por não tratar bem os
pacientes. A pesquisa foi divulgada pela revista
científica “The Lancet” e falava que “Até os anos 80, hospitais psiquiátricos e asilos
compunham o grosso da atenção às pessoas com distúrbios mentais graves no
Brasil". Segundo o estudo também mostra que o Brasil não investiu mais, e sim,
investiu melhor. Isso mostra que, felizmente, o governo
começou a canalizar o investimento, resolveu pensar antes de construir clínicas,
asilos e outros lugares que estabelecerão os que necessitam, mas não os
acolherão. Mas, por outro lado, infelizmente a pesquisa também mostra que o
governo brasileiro está investindo menos nesse ramo, e precisa filtrar melhor
suas prioridades e as prioridades dos cidadãos. O que acho que deve ser claro é que não estou falando como se cuida e nem como se deve acolher os deficientes, cada um deve ser cuidado de um jeito, e cada cidadão acha como se deve cuidar deles, mas o que é certo, é que tem que dar atenção a eles.
site de consulta/ mais informações: - Postado por: Victor Ribas às 20h22 [ ] [ envie esta mensagem ] Fragilidade não deve ser impedimento Ossos
que se quebram facilmente são características freqüentes dos portadores de uma
doença genética rara chamada Osteogênese
Imperfeita (OI), que é uma criação dos ossos imperfeita. Estima-se que no Brasil
tenham ao menos 12.000 portadores. Pelo
fato das crianças com OI não apresentarem dificuldades intelectuais elas vão
para escolas normais. Porém muitas acabam tendo problemas em se integrar. Não
estou me referindo aos aparelhos e adaptações que a escola precisa ter. Mas ao
fato de que às vezes por receio da escola ou dos pais são impedidas de
participar de atividades como Educação física. Acontece
que essas crianças não só podem como devem participar dessas atividades. O único
cuidado que o professor deve ter é em respeitar as limitações da criança.
Permitindo que ela pare sempre que esteja cansada, participando apenas de
atividades que não utilizem objetos pesados e sempre dando uma certa atenção
pela dificuldade em equilíbrio que têm. Deve
ser horrível ter que explicar a uma criança que ela não pode brincar com os
outros amigos e que ela apenas pode ficar olhando. Mas
é possível integrar o aluno nessas atividades, basta
querer. Site de
consulta/ mais informações sobre a doença: http://www.aboi.org.br/pesquisa.html - Postado por: Rebeca A. às 23h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Cadeira de rodas: obstáculo ou qualidade? Quantas
vezes não nos perguntamos como ajudar uma pessoa com dificuldade ou portadora de
deficiência? Podemos até desejar ajudar, mas colocamos diversas barreiras a
nossa frente. Mas
exemplos como Marian Tannous ainda
existem. O seu desejo de superar barreiras para alcançar seus objetivos foi
maior. Em 2005 ela, que já era professora de dança árabe, começou a dar aula
para duas alunas de cadeiras de rodas. Para ela isto foi mais que uma questão de
cidadania, foi a realização de um desejo pessoal. Com o
tempo mais duas alunas integraram o projeto que passou a se chamar Dança árabe
sem fronteiras. Todas as aulas são gratuitas, os professores voluntários e a
indumentária emprestada dos outros alunos da escola.
Mas na
realidade ainda existem muitas barreiras neste e em outros projetos, ,já que
faltam incentivos para compra de cadeiras de rodas mais leves (que facilitam o
movimento), condução para mais dias
na semana, pois as alunas só podem ter acesso a van uma vez por dia, restando
apenas os Sábados para a pratica das aulas e roupas para apresentações.
O grande
problema de tudo é que quando não somos nós que colocamos as barreiras são as
leis de incentivo que tardam em ajudar.
Foto retira do site http://www.correiodeuberlandia.com.br/v2/canal.aspx?id=5¬icia=27653&data=28/08/2007 - Postado por: Isabela Boaventura às 20h58 [ ] [ envie esta mensagem ] Inclusão social: opção ou obrigação? A inclusão de deficientes no sistema de educação passa por uma grande adaptação dos professores e dos estabelecimentos de ensino. Dependendo da deficiência é necessário um nível maior de capacitação do ambiente e do profissional. Algumas deficiências exigem inclusive salas especiais com professores especificamente prontos para atender os alunos. Apesar disso, há ainda um grande despreparo, tanto da grande maioria de estabelecimentos como de professores, para lidar com alunos que exijam condições diferentes do que os da maioria. Em outubro do ano passado, o juiz Gustavo Santini Teodoro, da 23ª Vara Cível de São Paulo, entendeu que escolas particulares têm o direito de recusar a matrícula de uma criança deficiente e deu ganho de causa à ré – a Nova Escola, na Vila Mascote, zona sul da capital –, que argumentou não estar preparada para lidar com uma aluna com síndrome de down. Essa é a grande dificuldade enfrentada pelo grande número de deficientes que buscam educação no Brasil. Suas opções se tornam limitadas devido à falta de preparo das instituições que se sentem desobrigadas a criar condições de estudo para eles e optam pela exclusão.
Sites Consultados: http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2006/jusp783/pag0405.htm - Postado por: Leandro Liebentritt às 21h22 [ ] [ envie esta mensagem ] Oportunidade para todos A maioria dos portadores de deficiencia física e mental sofrem com a grande dificuldade (preconceito) de encontrar emprego, pois são raras as empresas que oferecem recursos a eles duvidando da capacidade dessas pessoas que muitas vezes são mais capazes do que qualquer ser humano “perfeito”.
Mas há exceções e a C&A Modas empresa na qual eu trabalho, é uma delas, pois sua equipe conta com um funcionário surdo e mudo e outro que tem síndrome de down. Trabalhando com eles pode-se perceber o grande potencial que eles têm em desenvolver atividades que qualquer pessoa “normal” realiza. São cativantes, extremamente simpáticos, educados e comprometidos com o trabalho. Tem uma auto-estima impressionante talvez pelo fato de diante tantas barreiras que a sociedade impõe terem a chance de mostrar que são normais.
Isso prova que a deficiência está em quem os trata como deficientes e não neles que agem e são como todos somos, capazes se tivermos vontade.
- Postado por: Ana Carolina S. Guilherme às 23h32 [ ] [ envie esta mensagem ] A arte de fazer a diferença O grupo de patinação artística sobre rodas “Periquitos em Revista” se apresentou neste sábado O espetáculo reúne cerca de 50 atletas amadores e profissionais, e é um exemplo de superação para todos. Muitas atividades exigem que superemos nossos limites e obstáculos que colocam a nossa frente. Quando olhamos o exemplo desses artistas portadores de Down, vemos que alem de superar todos os limites que a síndrome impõe, eles enfrentam o preconceito de uma sociedade, que ainda não soube aceitar as diferenças. É comum escutar as pessoas dizendo “Fulano é famoso, bonito, tem dinheiro, queria ser igual a ele”. Simplesmente olhamos o resultado e não o que resultou isso, pode ser um “prêmio” por merecimento ou simplesmente uma sorte. Deveríamos querer ser um exemplo, como os patinadores com Síndrome de Down , as bailarinas cegas, os atletas do Parapan, entre tantas outras pessoas. Pois superar limites e preconceitos é mais do que ser um exemplo, é ser um vencedor digno de muitos aplausos.
Mais informações : www.periquitosemrevista.com.br - Postado por: Maiara Martines às 22h17 [ ] [ envie esta mensagem ]
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