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BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos


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Um exemplo de vida, uma iniciativa que atendeu a todos....

Apraespi é uma Associação mantida através de convênios com o Ministério da Saúde e Educação, Secretaria do Governo Federal de Assistência Social, que contribui para a redução da incidência de deficiências e atende pessoas portadoras de deficiências instaladas, incluindo-as na sociedade através de programas de habilitação e reabilitação.

Em 27 de outubro de 1967, devido à necessidade de se criar uma escola especializada, no município, que atendesse a pessoas portadoras de deficiência, o casal Adélia Redivo e Valentino Redivo, cuja filha era portadora de deficiência mental severa, juntou-se a outros casais e amigos para criarem em Ribeirão Pires, uma entidade especializada na orientação e tratamento para pessoas com deficiências. E junto com a aprovação do projeto na câmara municipal foi criado a APAE Ribeirão Pires, atualmente Apraespi.

Eficiência

 

Ao passar dos anos a associação ganhou força, e hoje conta com a colaboração de quase todos os habitantes da cidade que doam uma pequena quantia de dinheiro por mês. Contudo formou-se a Escola de Educação e Ensino Fundamental “Valentino Redivo” que se destina ao atendimento educacional para crianças portadoras de deficiência e distúrbios de aprendizagem, o CATI, Centro de Atendimento Transtornos invasivos, UCD, unidade de cuidados diários.

 

A associação também promove diversos eventos sociais, que cuidam da inclusão das pessoas deficientes na nossa sociedade. Devido ao grande sucesso nos trabalhos elaborados, a Apraespi ganhou em 2006 diversos prêmios de reconhecimento. E graças a doações agora inaugura um hospital que pretende atender mais 250 pessoas por dia.

 

Apraespi ( Apae Ribeirão Pires ) é um exemplo de que educação é para todos

!

 

 

http://www.apraespi.org.br/index.htm



- Postado por: Juliana Sato às 22h10
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Entre artigos e capítulos: a educação especial segundo a legislação...

Todo deficiente físico e/ou mental deve ser tratado da mesma maneira que todas as pessoas normais, certo? Mas é claro que não! O primeiro passo para a inclusão social, para a homogeneidade e respeito é admitir que sim, deficientes são deficientes, portanto portadores de necessidades especiais. Trata-los como tal e proporcionar melhor qualidade de vida é a maior demonstração de respeito e de aceitação que podemos dar. A legislação vigente confirma isto.

 

Segundo o artigo 58, do cápitulo V, da Lei 9394/96, referente à educação especial, a escola regular deve oferecer serviços de apoio especializado para alunos que necessitam de educação especializada. O mesmo refere-se a classes específicas quando não é possível a integração desses alunos com as classes comuns de ensino regular.

 

Já o artigo 59 do mesmo capítulo refere-se à necessidade de professores com especialização adequada em nível médio ou superior e aos professores de ensino regular, que devem ser capacitados para a integração dos alunos “especiais” nas classes comuns. Refere-se também à terminalidade específica para os que não conseguem atingir o nível exigido para a conclusão do programa escolar.

 

 



- Postado por: Kalinka Araneda às 20h26
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Passou em branco

Nesse dia 28 foi encerrada a semana nacional do excepcional, promovida pela APAE, e contou com apresentações e exposições artísticas.

 

A semana nacional do excepcional tem como meta o intercâmbio social de pessoas com deficiência de várias regiões do Brasil, incluindo essas pessoas na vida social, cultural e política do país.

 

Para a maioria das pessoas, essa semana passou desapercebida, mas para os deficientes esse “detalhe” é de grande importância para a prática de sua cidadania, contribuindo eficazmente na sua educação e vida em sociedade.

 

Infelizmente a celebração foi de iniciativa privada, o governo deve investir mais nesse tipo de projeto, criar mais facilidades para a participação dessas pessoas na sociedade brasileira, para que sejam considerados cidadãos como qualquer outro e para que não haja preconceito nem diferenças.

 



- Postado por: Victor Ribas às 19h56
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Investimento necessário

Cada vez mais as escolas investem para dar acesso aos deficientes. E as escolas realmente precisam com urgência investir nisso para evitar problemas como as dificuldades que eles têm ao irem ao banheiro, cantinas numa altura que alguns não alcançam e da mesma forma telefones, balcões de atendimento, entre outros.

 

Mas há uma série de fatores que devem ser levados em conta antes de fazer qualquer adaptação. Além das instituições fazerem as instalações necessárias, devem se preocupar em seguir as normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

 

Devem construir rampas, mas com um tipo adequado de inclinação para que o deficiente não precise de ajuda para subir nelas. Também adequar a altura de telefones, lavatórios, bebedouros e balcões. Construir banheiros com barras de apoio e fazer portas, salas e corredores com tamanhos suficientes, para que possam passar cadeiras de rodas.

 

É preciso que as pessoas se conscientizem e passem a adequar as instituições para receberem cada deficiente de forma que eles não se sintam menosprezados pela própria escola, porque eles têm o mesmo direito que as outras pessoas, de estar em um ambiente em que se sintam acolhidos.

 

Site de consulta:

http://www.wgate.com.br



- Postado por: Rebeca A. às 12h14
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Brincando de pipa para inclusão social

Foi realizado no ultimo domingo (26) o II festival de pipas. O festival está inserido no Programa de Educação Física Adaptada, criado pela Prefeitura de Santo André e mantido pela APOLO (Associação das Indústrias do Pólo Petroquímico do Grande ABC), com apoio da Associação pela Cidadania do Deficiente (Acide) e das Faculdades Integradas de Santo André (Fefisa). O Programa possui um curso de natação para crianças e adultos com deficiência.

O festival tem como finalidade integrar os deficientes na sociedade estimulando-os a uma maior freqüência aos locais públicos. O evento reuniu 600 pessoas sendo 150 destas portadoras de deficiência e aconteceu no Parque Central em Santo André das 10h às 14h.

Foram montadas oficinas de pipas para ensinar ou ajudar os deficientes a montar pipas.  Também foram distribuídas 500 pipas para auxiliar no trabalho.

Houve, ainda, um show lúdico com o Tio Fio, personagem criado por Fábio Costa, que alerta, de uma forma divertida e criativa, os cuidados que se deve tomar a respeito da eletricidade.

Agora vai da solidariedade das pessoas notarem a importância das pequenas atitudes na vida de outras pessoas para que realmente haja uma inclusão social.

 

 



- Postado por: Isabela Boaventura às 19h13
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PARA-PAN parou tudo: incentivo ao esporte PARA TODOS!

Quem sabe com a repercussão dos Jogos Para- Pan Americanos 2007, nós brasileiros, que parecemos ter um “botão” acionado quando o assunto é esporte, consigamos perceber a importância do incentivo ao “espírito atleta” que existe nos deficientes físicos e mentais, como em qualquer um de nós.

 

Mesmo a atenção quase insignificante que a mídia reservou a esse evento foi suficiente para que parte da população se voltasse para a capacidade que os deficientes possuem. Dos 25 países participantes, 18 levaram alguma medalha. O Brasil disparou em primeiro lugar com 83 medalhas de ouro e um total de 228 medalhas! Deficientes também podem competir e ganhar... De um jeito diferente do convencional, de fato, mas nem por isso menos admirável.

 

Infelizmente, Educação Física na maioria das escolas, especialmente as públicas, já não é grande coisa para os “normais”, que dirá para deficientes. Há escassez de professores especializados. E os portadores de deficiência que não têm condições de entrar em uma escola de esportes especial perdem a chance de desenvolver suas possíveis habilidades. E ter a chance de descobrir o seu melhor é um DIREITO que qualquer ser humano deveria ter.



- Postado por: Leandro Liebentritt às 01h33
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