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BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos


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Prevenção de deficiência auditiva

 

Hoje vamos falar um pouco sobre um assunto que todas as mães e futuras mães deveriam saber, a prevenção contra deficiência auditiva.

 

A deficiência auditiva em crianças acarreta graves conseqüências em relação à aquisição e ao desenvolvimento normal da fala e linguagem. A fala e a Linguagem, por sua vez, influenciam o desenvolvimento dos processos cognitivos, escolar e nas relações sociais do ser humano.

 

O tratamento da criança portadora de Deficiência Auditiva tem que ser iniciado o mais cedo possível. Para que isto ocorra é fundamental a detecção precoce da deficiência auditiva.

 

Respostas esperadas:

  • 0-6 semanas – Abrir os olhos, piscar os olhos, espreguiçar ou acordar do sono e susto.
  • 6 semanas a 4 meses – Abrir os olhos, mexer os olhos, piscar os olhos, ficar quieto, começa a voltar a cabeça rudimentarmente.
  • 4-7 meses- Virar a cabeça no plano lateral no sentido da fonte sonora, atitude de ouvir.
  • 7-9 meses – Localização direta dos sons no plano lateral, localização indireta abaixo de nível do ouvido.
  • 9-13 meses – Localiza para o lado e para baixo rapidamente.
  • 13-16 meses – Localiza para o lado, para baixo e indiretamente para cima.
  • 16-21 meses – Localiza diretamente todos os sinais, para os lados, para cima e para baixo.
  • 21-24 meses – Localiza diretamente os sons em qualquer ângulo.

 

Agora que você já sabe que os bebês, já na primeira semana de vida apresentam capacidades e sensibilidades possíveis de serem testadas pense:

 

“PREVENÇÃO É A ÚNICA SOLUÇÃO”.

 

 

 



- Postado por: Juliana Sato às 22h06
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Construção....

- Postado por: Maiara Martines às 22h34
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Aos poucos, governos, instituições, estabelecimentos, pessoas vem se inconformando com a falta de recursos especiais aos que precisam e esse inconformismo leva á prática de cidadania e à prática do dever de cada um com os portadores de deficiência fisica ou mental.

É esse o tema que discutiremos neste espaço e apresentaremos mais um projeto de integração social.

 

Em construção, aguarde!



- Postado por: Ana Carolina de S. Guilherme às 03h30
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texto

- Postado por: Kalinka Araneda às 19h07
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texto.

- Postado por: Kalinka Araneda às 18h58
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Vencendo novos obstáculos

 

Com o tema “ Vencendo Novos Obstáculos” o Jeep Clube de Ribeirão Pires e o consórcio intermunicipal do ABC realizaram hoje, o terceiro passeio do grupo jipeiros para pessoas com deficiência.

A concentração inicial aconteceu às 9h no Complexo Ayrton Senna, que fica na Avenida Brasil – Centro – Ribeirão Pires.

Os participantes realizaram trilhas dentro do complexo Hotel Pilar, com cerca de 280 participantes deficientes dos sete municípios do ABC para a aventura trilheira.

Enquanto acontecia o passeio as famílias dos jipeiros se divertiram no “ Mundo Encantado Pilar” curtindo um incrível “Day Park”, com muitas atividades de lazer.

Ao final uma grande confraternização finalizou o evento que foi mais uma vez um sucesso e exemplo de cidadania.

 

Postado por Juliana Sato

 

 



- Postado por: Victor Ribas às 15h37
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Excerça seus direitos também

 

O juiz de direito Alexandre Zanetti Stauber, da 4ª Vara Civil da Comarca de Santo André julgou procedente a ação por danos morais que uma professora de Educação Física ajuizou contra o Shopping ABC, de Santo André.

A professora, tetraplégica, de 28 anos entrou com a ação em 2004 depois de sofrer dois grandes constrangimentos. Nas duas ocasiões, Mariane foi constrangida e humilhada porque sentiu vontade de urinar, pois só consegue esvaziar a bexiga por meio de sonda e o serviço do Shopping não forneceu condições adequadas. E pior, a professora teve de invadir a sala de enfermagem porque já estava sentindo muita pressão na bexiga e um grande desconforto.

"Para minha surpresa, a auxiliar de enfermagem e um segurança entraram na salinha e se deparam com minhas partes íntimas expostas. Ao sair, já humilhada, o segurança ainda me pediu para preencher uma ficha e perguntou se eu havia usado algum tipo de entorpecente", conta a professora. E na segunda vez foi pior: "quando disse que precisava usar a maca, a atendente pegou no telefone e disse para alguém do outro lado da linha, bem na minha frente: 'aquela garota está aqui e eu adianto que não autorizo o uso da maca'".

Felizmente o Shopping foi condenado a pagar indenização de 30 salários-mínimos. Cabe ainda recursos de ambas as partes, mas mesmo com o valor menor que o pedido, a cadeirante não recorrerá.

Esse é apenas um caso da falta de atenção e de respeito aos deficiente. Muitos casos não são denunciados pois os prejudicados sentem vergonha ou não acreditam ser possível ganhar a causa, mas sempre que você presenciar ou sofrer ações dessa forma eu peço para que isso não caia no esquecimento.

 

 

mais informãções: Direito de Acesso

 



- Postado por: Victor Ribas às 17h08
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Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade

 

Disseminar a política de educação inclusiva nos municípios brasileiros e apoiar a formação de gestores e educadores é o objetivo do programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, que hoje conta com a adesão de 144 municípios-pólo.

 

O projeto foi lançado em 2003 através do Ministério da Educação, pela Secretaria de Educação Especial (SEESP), para ajudar aos alunos que são excluídos do sistema e que possuem dificuldades para aprender. Ele atua na educação dos deficientes auditivos, visuais, autistas, superdotados, deficientes mentais, e ainda outros, dando o atendimento necessário e instruindo as escolas e os pais quanto ao compromisso que eles possuem no processo de formação do aluno.

 

Ele tem enorme importância, porque além de a família prestar todo apoio e da escola obter recursos, é necessário que o professor tenha um conhecimento amplo sobre as necessidades que o aluno possui. Conhecer a linguagem de sinais e libras já seriam dois tipos de conhecimento que o professor deveria ter.

 

É ao promover uma boa formação aos educadores que se tornará mais fácil tornar o ambiente escolar um ambiente inclusivo.

 

 

Mais informações:

 

Secretaria de Educação Especial
Fone: (61) 2104 8761
 



- Postado por: Rebeca A. às 12h26
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Por mãos e pés iguais aos seus

 

A fusão dos dedos das mãos e dos pés, simultaneamente com os problemas craniofaciais são o que realmente caracterizam a Síndrome de Apert e a distinguem de outras síndromes similares. Uma deficiência rara que ocorre em aproximadamente 1 para 160.000 a 200.000 nascidos vivos.

 

A família Conceição há 12 anos foi contemplada com Matheus, uma criança portadora desta síndrome e tiveram que aprender a conviver e a ensinar as pessoas a conviverem com uma criança tão especial quanto à deles.

 

Antes do parto não se sabia que nasciam crianças daquela forma afirmou Manoel Plínio da Conceição que assistiu ao parto de seu filho e disse que a aceitação foi simples o difícil foi comunicar a sua esposa que até então não havia visto Matheus.

 

Ivete Mary Oliveira Conceição, mãe de Matheus, por sua vez teve uma aceitação mais difícil. “Nós não sabíamos, eu fiquei muito chocada, mas depois tivemos que aceitar e buscar uma força maior que é Deus, porque quem vai criar são os pais”, afirmou a mãe.

 

O outro lado

 

Mateus cresceu e teve que aprender a conviver com sua própria síndrome. Apaixonado por futebol como seus pais e ele inclusive relatou buscou forças para superar as diferenças. Atualmente joga futebol em uma escolinha e diz não sofrer preconceitos, mas fora de lá algumas crianças ainda o deixam fora das brincadeiras dizendo que ele não é capaz de brincar por ser deficiente.

 

Isto não incomoda o garoto que queixa apenas de problemas físicos. Ao ser entrevistado ele me disse que gostaria apenas de ter mãos e pés iguais aos meus. Agora nossa parte é analisar se há realmente a necessidade de reclamarmos dos nossos “defeitos”.

 

 

Saiba mais:

 

O que é a síndrome de Apert?

Características da síndrome de Apert

 

 



- Postado por: Isabela Boaventura às 23h39
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INICIATIVA!

 

O Diário do Grande ABC lançou nos últimos meses um caderno semanal que relata e aborda assuntos de pessoas muito especiais, especiais não somente pelas deficiências físicas ou mentais, mas principalmente pelas histórias e projetos de superação que fazem parte de suas vidas, por isso recebeu o nome de “Sem Limite”.

 

O caderno conta com o apoio da faculdade UNIA e vai pras bancas todos os domingos. Tem como foco a integração da sociedade com a realidade que essas pessoas vivem dia-a-dia e também ser canal, ser a boca dos que vivem superando barreiras e mostrando que ser especial não é a condição que vivem, mas os fatos que os fazem ser.

 

O “Sem limite” dessa semana contém matérias muito interessantes e motivadoras, desde como meninas cegas aprenderam a dançar balé, até o desenvolvimento de embalagens de fácil acesso a todos e em especial uma matéria que conta a iniciativa do Projeto Vida desenvolvido pela Universidade Metodista que incentiva a integração de portadores de deficiência física e mental por meio da prática de esportes.

 

Por ser um caderno novo a redação aceita sugestões de reportagens, criticas e elogios, pois é a missão deles ser a “boca do povo”. Percebe-se aí a intenção e a preocupação que o jornal tem com a integração de todos com todos.

 

Vale a pena conferir e acompanhar esse trabalho do Diário do Grande ABC e mais que conferir, participar e absorver as mensagens e coloca-las em prática.

 

Saiba mais:

http://home.dgabc.com.br/

 

Entre em contato:

semlimite@dgabc.com.br

 



- Postado por: Ana Carolina de S. Guilherme às 23h58
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Direitos: o caminho para a igualdade

 

Hoje há cerca de 650 milhões de deficientes no mundo, ou seja, mais de 10% da população mundial. Essa quantidade não é suficiente para mudar a realidade, destes que são a grande minoria no mundo, quando tratamos de falar dos seus direitos, principalmente de igualdade.

                                                                                         

Essas e outras constatações fizeram que funcionários da ONU (Organização das Nações Unidas) tentem acelerar e fazer com que ganhe força legal a Convenção sobre Direitos de Pessoas com Deficiências.

 

A convenção tem como principais oito princípios-guia que são: dignidade, autonomia individual, não-discriminação, participação plena e efetiva e a inclusão na sociedade, igualdade de oportunidades, acessibilidade, igualdade entre homens e mulheres e respeito pelas deficiências em evolução das crianças com deficiências.

 

 

Iniciativas como esta são sempre bem-vindas, porém na maioria das vezes, as pessoas não têm idéia de quais são os seus direitos como cidadãos e seres humanos. Para poder cobrar dos governantes atitudes é necessário de informação, intere-se de seus direitos! Abaixo há um site informando alguns destes direitos.

 

 

 

 

 

 

Saiba mais:

 

Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

 

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS PESSOAS DEFICIENTES

 

ONU espera apoio à convenção sobre direitos dos deficientes

 

 



- Postado por: Maiara Martines às 18h01
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Para refletir...

O sucesso é consequência

 

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes,todos com deficiência mental alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles.

Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhando, deu um beijo no garoto e disse:

- Pronto, agora vai sarar!

E, todos, os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. Talvez os atletas fossem deficientes mentais, mas com certeza, não eram deficientes espirituais.

Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer,   mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos...

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.

 



- Postado por: Maiara Martines às 15h45
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Campanha de valorização da vida

 

Uma lição de vida feita com amor, fé e conscientização.

 

Luis Eduardo Boudakian, portador de necessidades especiais. Possui uma doença que leva a degeneração cerebelar. Essa doença não possui cura e com o passar do tempo as dificuldades de locomoção e comunicação aumentam.

 

Ministra o projeto Aprendendo a Viver, onde faz palestras e vende produtos para custear seu tratamento. As palestras têm como objetivo dar ao público uma visão real das limitações e dificuldades enfrentadas por um portador de deficiência física no seu dia-dia. São contadas histórias verídicas e bem humoradas do cotidiano, mostrando ao público que com espiritualidade e bom senso os acontecimentos são encarados de forma mais consciente.

 

Porque assistir uma palestra?

 

Solidão, revolta, medo, insegurança...
Infelizmente, sentimentos tão naturais no mundo em que vivemos, onde vale mais a lei do cada um por si
.  Nós somos tão egoístas, que tratamos todos mal porque estamos com um problema, e não paramos pra pensar que todo problema tem solução, só não há solução para morte. E por mais que demore pra passar, são fases e passam, mas o que essas pessoas deficientes tem que enfrentar são para vida inteira e mesmo assim elas acham a solução, VIVER! Viver intensamente cada dia como se fosse o ultimo.

 

Solicite uma palestra – 11-3022-5549

                                 11-9292-0160

contato@aprendendoaviver.com.br



- Postado por: Juliana Sato às 17h04
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PRECONCEITO?

Há quem diga que preconceito é sinônimo de exclusão. E não se trata de exclusão o fato de haver algumas vagas em cursos ou universidades EXCLUSIVAS para deficientes? Por acaso é certo dar privilégio a deficientes físicos, visuais, auditivos? Por acaso são eles, por conta das suas deficiências, menos ou mais capazes intelectualmente do que todos os outros “normais”? E não é injusto com os “normais” que também lutam, estudam e enfrentam dificuldades privá-los de certas vagas, destinadas apenas para quem possue alguma deficiência?

 

Reserva para deficientes não é obrigatória em concurso com duas vagas, decide STF  

 

 

TEXTO EM CONSTRUÇÃO



- Postado por: Kalinka Araneda às 21h40
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“Também sou deficiente”

 

"Temos um presidente da República que tem uma pequena deficiência que não é exatamente impeditiva”, disse o presidente Lula em cerimônia de lançamento do Plano Social: Inclusão da Pessoa com Deficiência. Esse comentário poderia ter sido evitado, pois o presidente compara sua “deficiência” com outras mais impeditivas.

 

Provavelmente ele não saiba o preconceito que os deficientes sofrem nas ruas, as barreiras que eles enfrentam na sociedade. As dificuldades que os deficientes sofrem são incomparáveis à perda de um dedo. Talvez seria melhor ele pensar como é viver sem enxergar, sem ouvir, sem falar, sem conseguir andar, e ainda com essas dificuldades não ter uma infra-estrutura básica que ajude a viver por conta própria.

 

Brincadeira à parte

 

Apesar do comentário equivocado de Lula, a intenção do governo não foi errônea. O governo criará a “escola acessível” que prevê a adaptação de 6,2 mil escolas e a implantação de 6,5 mil salas de recursos pedagógicos até 2010. “A educação inclusiva é a única maneira de termos brasileiros com deficiência em pé de igualdade com o restante da população” comentou o ministro Paulo Vanuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos.

 

Além da inclusão dos deficiente em escolas, o projeto diz respeito à inserção dos eficientes no mercado de trabalho. A meta é ocupar, pelo menos um terço dos postos de trabalho que a lei reserva às pessoas com deficiência nas empresas com mais de 100 empregados. Ainda sobre esse assunto, ressaltou Lula: “Deve ser feita uma blitz, a começar do Palácio do Planalto e dos ministérios, para saber quantos portadores de deficiência trabalham nesses locais. Quando cumprirmos com a nossa obrigação, teremos muito mais autoridade moral para exigir que cada cidadão brasileiro cumpra com a sua”.

O presidente Lula ainda anunciou a criação de uma equipe de trabalho interministerial para sugerir, elaborar e classificar as deficiências no país, e assinou novo decreto que regulamenta o Benefício da Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Finalmente o governo começou a abrir os olhos, enxergar os erros e começar a exigir que cada vez mais se crie novas oportunidades aos deficientes, começando pela educação. E que pelo menos se cumpra a lei, pois no papel o governo tem leis para os deficientes, mas na prática, nem o Planalto está cumprindo.

 

Saiba mais:

Portal do MEC

Estadao.com

Folha OnLine


 



- Postado por: Victor Ribas às 18h01
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